• Jan
    23
    Author: Erick Pessoa

    Se você pensa que o carnaval no Rio só rola no sambódromo, está bem enganado. Mesmo não gozando da fama dos carnavais de rua de outras cidades, como Recife e Salvador, o Rio tem muito a oferecer neste quesito.

    Agora com todos os blocos oficialmente chancelados pela prefeitura, o Rio conta com mais de 400 opções à sua disposição e para todos os gostos. Existem blocos tradicionalíssimos, como o Cordão do Bola Preta, tocando todas as marchinhas clássicas de carnaval e híbridos de trio elétrico com samba tocando sambas com um toque de modernidade. Os blocos mais badalados arrastam facilmente em torno de 200 mil pessoas. Por isso mesmo, tenha em mente que devem ser tomados os cuidados normais em aglomerações: não leve sua câmera poderosa nem sua carteira com todo o dinheiro da viagem. Limite-se ao estritamente necessário. O calor também vai incentivá-lo a usar roupas leves. Por favor, mantenha o espírito assim também, já que a probabilidade de um folião mais alterado falar uma gracinha para sua “senhora” é uma possibilidade real e não valerá uma briga. Encare com bom humor e bola para frente.

    Alguns blocos interessantes e suas características (2010):

    * Empolga às 9: Bloco da Zona Sul que toca sambinhas, marchinhas e músicas pop (tipo Paralamas, Secos & Molhados, Tim Maia etc).

    * Exalta Rei: Bloco que só toca músicas do Roberto Carlos em ritmo de marchinha. Ano passado saiu do Forte São João (Urca) e parou em frente ao prédio do Rei. Na hora, ele inclusive desceu até o play do prédio e ficou fazendo festa pro bloco.

    * Cordão do Boitatá: Um dos mais tradicionais do carnaval carioca, toca basicamente marchinhas e desfila pelo centro histórico do Rio. Tradicionalmente, é um bloco ao qual quase todo mundo vai fantasiado e onde se veem as fantasias mais criativas.

    * Céu na Terra: Bloco de marchinhas e algumas músicas pop que desfila por Santa Teresa no sábado antes do carnaval e no sábado de carnaval. O detalhe: os músicos tocam de dentro do bondinho, e as pessoas o seguem pelas ruas de Santa Teresa.

    * Orquestra Voadora: Músicos de alguns blocos se reúnem na terça-feira para tocar as músicas mais variadas em ritmo de marchinha. Ano passado tocaram coisas tipo Tim Maia, Jorge Ben etc. e também coisas diferentes como Billie Jean e a música tema de Spectreman. Muito legal!

    * Desliga da Justiça: Bloco formado este ano com integrantes dos blocos Quizomba, Monobloco, Bangalafumenga (entre outros), onde os integrantes tocam fantasiados de super-heróis e afins. Repertório composto de sambas famosos, marchinhas, músicas pop e alguma coisa de samba-reggae (estilo Olodum). Toca 15 dias antes do carnaval (30/jan) no Baixo Gávea.

    Foto de Mariana Mattos

    * Bangalafumenga: Bloco criado na mesma época do Monobloco, com estilo bem semelhante. Repertório baseado em sambas, músicas nordestinas (Alceu Valença, Geraldo Azevedo etc.) e alguma coisa pop (Chico Buarque, Jorge Ben, Tim Maia, Paralamas etc.). Vai sair no mesmo horário do Boitatá, o que vai dividir muito o público.

    * Quizomba: Mesmo esquema do Banga, mas não tão antigo, sai às terças pelo centro e toca sambas, marchinhas e algumas músicas pop.

    * Me Esquece: Sai 15 dias antes do carnaval, no início da tarde de domingo (31/jan). Toca só samba, seja o do bloco ou o de escolas de samba. Sai da Pça Atahualpa (no pé do Alto Leblon) e segue pela praia até mais ou menos o Posto 11. Termina com a bateria descendo na areia e terminando de tocar por lá.

    Clique aqui para ver a lista completa de blocos.

    artigo escrito com a ajuda do amigo Eduardo Starling, que inclusive é ritmista de vários blocos carnavalescos.

     

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    Publicado 23rd January, 2010 Categoria Rio de Janeiro 0 Comentários Positivo Negativo
  • Oct
    14
    Author: Luciana Pimentel

    Espaço contíguo ao Museu da Chácara do Céu, o Parque das Ruínas, além de ser um lugar belíssimo, nos presenteia com uma vista sensacional do Rio de Janeiro. De lá, é possivel ver todo o centro do Rio, os Arcos da Lapa e toda a enseada do Flamengo e de Botafogo.

    O casarão foi erguido entre 1898 e 1902 e pertenceu a Laurinda Santos Lobo, um nome muito importante na sociedade carioca. Na época áurea, entre os anos de 1920 e 1946, o lugar era cenário de festas e eventos culturais concorridos. Laurinda Santos Lobo reunia intelectuais e artistas no palacete, tornando o lugar um polo cultural até 1946, quando faleceu a grande anfitriã. 

    Infelizmente, o casarão acabou abandonado, invadido, saqueado e ocupado por mendigos e traficantes. Em 1993, começou a ser restaurado pela prefeitura, até ser inaugurado em 1997 sob o nome de Parque das Ruínas.

    A Prefeitura trouxe de volta toda a cultura que ali existiu. O parque abriga uma sala de exposições, um auditório e uma cafeteria, garantindo o conforto em shows musicais, happy hours e leituras de textos literários.

    Nas áreas ao ar livre, destacam-se concorridos shows e uma programação especial para as crianças nos finais de semana. Com três andares, a casa chama atenção, também, por sua arquitetura e estilo – tijolos aparentes combinados harmoniosamente com estruturas metálicas e de vidro. 

     

    360° Visual Tour.

    Informações Úteis:

    -Entrada Franca

    -Endereço: Rua Murtinho Nobre,169 – Santa Teresa

    -Telefone: (21) 2252.1039

     

    Tags: exposições,Rio de Janeiro,Santa Teresa,shows
    Publicado 14th October, 2009 Categoria Rio de Janeiro 0 Comentários Positivo Negativo
  • Jul
    20
    Author: Erick Pessoa

     

    O Rio de Janeiro sempre foi famoso por seus inúmeros sushi bares. Agora imagine unir sushi com um estilo meio fast food, em um ambiente moderno e agradável? É essa impressão que se tem quando se visita uma das diversas 28 filiais da Koni Store espalhadas não só pelo Rio, como pelo Brasil.

    O cardápio é uma variação do mesmo tom. Servindo apenas temakis (daí o nome “koni”) mas com diversos “recheios” que agradam até aqueles que não curtem a tradicional culinária japonesa de peixe cru. Oferecendo shiitake (cogumelos) e camarão empanado, ou até mesmo rolinho primavera, é garantia para agradar gregos e troianos. Sem dúvida, quem mais irá curtir este restaurante são os amantes de sushi. Poke e o Hot Filadélfia estão dentre os cones que não se pode deixar de experimentar. Se sobrar espaço no estômago, peça asobremesa. A alga dá lugar ao cone de biscoito, como as casquinhas de sorvete. Uma pena que não oferecem mais o de brownie, o meu preferido de sobremesa.

    O preço é intemediário. Não é barato, mas também não é fora da realidade. Levando-se em conta que irá consumir algo em torno de 2 cones e uma bebida, a conta ficará menos de vinte reais. Assim acaba-se saciando a fome de uma forma relativamente saudável já que 230 calorias, mas um índice de mais de 25% da recomendação de consumo diário de sódio… não é tão saudável assim. 

    De qualquer forma, acaba-se saciando a fome de uma forma leve e rápida, em um ambiente muito agradável.

    Informações Úteis:

    Endereço: Existem vários Konis espalhados pela cidade. Os mais badalados são os que ficam na Maria Quitéria 77 e a do Leblon, que fica na Ataulfo de Paiva, 1174.

    Horário de Funcionamento: Também varia com a filial. As citadas acima funcionam de 2a a 5a das 11AM as 3AM e de 6a a Domingo das 11AM as 6AM.

    sitewww.konistore.com.br

    Como chegar (restaurante da Maria Quitéria, em Ipanema) 

    Tags: comida japonesa,Koni,Restaurant,Restaurante,Rio de Janeiro,temaki
    Publicado 20th July, 2009 Categoria Rio de Janeiro 1 Comentários Positivo Negativo
  • Jul
    10
    Author: Luciana Pimentel

    Localização e o Edifício

    Localizado no Bairro de Santa Teresa, o Museu da Chácara do Céu é conhecido por este nome desde 1876. Herdada por Castro Maya em 1936, a atual construção, uma casa moderna projetada pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza em 1954 tem como destaques além da sua própria beleza arquitetônica, a sua integração com os jardins e a maravilhosa vista de 360 graus sobre a cidade e a baía de Guanabara. De seus jardins é possível avistar todo o centro do Rio, zona norte, além de uma vista privilegiada das enseadas do Flamengo e Botafogo. O lugar por si só já merece uma visita.

    De seu espaço interior foram preservados a sala de jantar e a biblioteca. Os outros espaços são reservados para exposições temporárias do acervo.

     O Acervo

    Seu acervo é composto por 3 setores:

    Arte Européia: que possui trabalhos de de artistas como Matisse, ModiglianiDegas,Seurat e Miró;

    Arte Brasileira: concentrada na produção brasileira moderna, com nomes comoGuignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira e Portinari (o maior acervo público deste artista); Coleção Brasiliana: com mapas antigos, pinturas e outras ilustrações da paisagem e dos tipos humanos no Brasil do século XIX, muitas realizadas por artistas viajantes como RugendasChamberlain e Taunay, destacando-se mais de 500 originais de Jean-Baptiste Debret, adquiridos em Paris. Além disso o museu conta com a  Biblioteca Castro Maya, que  possui cerca de oito mil volumes entre livros de arte, literatura brasileira e européia, e também algumas importantes publicações dos primeiros viajantes do século XIX: Maria Graham, Maximilian von Wied-Neuwied, Henry Chamberlain, William Gore Ouseley e Victor Frond. Outro aspecto interessante é que o passeio pelas ruas do bairro de Santa Teresa é uma atração à parte! Informações úteis:

    Endereço: Rua Murtinho Nobre, 93 – Santa Teresa – CEP 20241-050

    Tel/Fax: (21) 2224 8981 – 2507 1932

    Site: www.museuscastromaya.com.br

    E-mail: chacara@museuscastromaya.com.br

    A entrada do museu custa R$ 2,00, têm direito à gratuidade menores de 12 anos, maiores de 65 anos, grupos escolares, professores e guias turísticos em serviço, membros do ICOM e da Associação dos Amigos do Museu.

    Como Chegar

     

    Tags: Castro Maya,Chácara do Céu,Museu,Rio de Janeiro,Santa Teresa
    Publicado 10th July, 2009 Categoria Rio de Janeiro 0 Comentários Positivo Negativo
  • Jul
    04
    Author: Erick Pessoa

     

    Talvez por causa da música símbolo da Bossa Nova, esta praia é uma das mais conhecidas da cidade do Rio de Janeiro. Com 2 km de extensão, indo da pedra do Arpoador ao canal do Jardim de Alah, uma das praias mais famosas da cidade também é point de várias tribos diferentes, de surfistas no arpoador, hippies paz e amor no Posto 9 e patricinhas e mauricinhos no posto 10.

    Com sua praia de areia branca e fina, este espaço gratuito e democrático em fim de semana de sol é disputado entre ambulantes vendendo de tudo um pouco, redes de vôlei, frescobol, e barraquinhas vendendo bebidas. Esse território de ninguém é o point para o carioca marcar encontros para colocar o assunto em dia e se exercitar, além de se bronzear.

    Várias das barracas que vendem bebidas oferecem chuveiro para se refrescar ou tirar a água salgada do corpo. Cuidado com mergulhos no mar de Ipanema. Apesar de não ter grandes ondas, a correnteza é forte e as valas são freqüentes e, mesmo sendo um nadador experiente, a chance de ser arrastado e precisar de ajuda para sair do mar é algo bem real.

    Não deixe de tomar uma água de coco gelada ou então um mate com limão. Para comer, a praia está bem servida. Além do tradicionalíssimo biscoito Globo (polvilho), ainda se pode comer um delicioso queijo coalho na brasa com orégano. Se você for mais do estilo natural, diversos “fabricantes” de sanduíches oferecem as mais variadas combinaçõ es. De sobremesa, pode-se optar pelo sacolé do Claudinho de vários sabores (um sorvete cremoso artesanal dentro de um saquinho plástico) ou então o já famoso “Aaaaaaaaaaabacaxi”, vendedor que adora gritar o nome do seu produto para assustar as meninas.

    Praias do Leblon e Ipanema vistas do Mirante do Leblon

    Cada posto de salvamento oferece banheiros públicos (custo de 1 real), assim como chuveiros para a saída da praia. Uma boa dica é aproveitar a caminhada até o mirante do Leblon, de onde você terá uma vista privilegiada de toda a orla Ipanema/Leblon ou então apreciar o pôr-do-sol das pedras do Arpoador, no extremo oposto da praia.

    Visando melhorar ainda mais a região, a prefeitura do Rio, assim como fez na praia de Copacabana, instalou uma rede de acesso à internet sem-fio (WiFi) por toda a orla de Ipanema mas, sinceramente, não é muito recomendável deixar seu notebook muito à mostra. Mesmo assim, utilizar seu celular para checar os emails ou mandar uma foto para a família é plenamente possível, uma vez que a área é relativamente segura durante o dia.

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    Tags: Brasil,Brazil,Ipanema,praia,Rio de Janeiro
    Publicado 4th July, 2009 Categoria Rio de Janeiro 0 Comentários Positivo Negativo
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