• May
    24
    Author: Erick Pessoa

    Uma das atrações imperdíveis em Bangcoc, o complexo do Grande Palácio é enorme. Com uma área de 218 mil metros quadrados, este foi construído em 1782 quando a ordem foi restaurada no antigo reino do Sião, depois da queda de Ayutthaya. O Imperador Rama I decidiu centralizar toda a administração do governo em um único lugar no mesmo complexo de sua residência, mudando-se de Thonburi para este local em Bangcoc.

    Com mais de 40 prédios, esteja preparado para andar bastante. De todoso as construções, apenas três prédios realmente podemos entrar; o Templo do Buda de Esmeralda e duas salas do trono (estas somente durante dia de semana) mas isso não diminui a imponência do complexo. Com suas torres douradas e telhados verdes reluzentes, com certeza irá tirar o seu fôlego.

    Preste atenção em cada pequeno detalhe ao redor dos prédios. Você irá ver várias esculturas de criaturas mitológicas adornando telhados e bases de estátuas. Um prédio no sub-complexo de Wat Phra Kaeo é especialmente interessante. O templo é o mais sagrado de toda a Tailândia e guarda entre suas paredes o místico Buda de Esmeralda (que na verdade é feito de jaspe). Para vê-lo, você tem que tirar os seus sapatos e usar meias (entrar com pés descalços não é permitido dentro do templo) e seguir a fila de devotos para ver, bem de longe, uma estátua de 45 cms do Buda sentado, que de acordo com a lenda, tem mais de 2000 anos. Ele foi encontrado em 1434  e está dentro desde templo de sde 1785. Também é interessante ressaltar que a estátua tem sua vestimenta alterada de acordo com as estações do ano.
    Outro ponto alto do palácio são seus painéis, narrando diversas lendas tailandesas. São no total 179 painéis que foram pintados no século XVIII. Estes painéis passam por constantes renovações e restaurações por causa da umidade, por isso suas cores e detalhes são de saltar aos olhos.

    A estrutura de turismo, como em toda a Tailândia, é muito boa. Muitas placas em inglês, assim como diversos tours oferecidos. Apenas tenha cuidado com o seus pertences antes de entrar no palácio já que tem muitos ambulantes do lado de fora tentando empurrar quinquilharias ou até mesmo outros passeios. Evite-os e siga direto para a entrada do palácio. Se você não é parte de algum grupo/tour, uma boa dica é o audioguia por 200 bahts (em torno de 12 reais) que irá explicar a história e a utilização de cada um dos prédios principais.

    Uma observação importante; o palácio e o templo são considerados solos sagrados então o visitante tem que estar vestido de forma apropriada ou não será permitida sua entrada. Nada de chinelos ou sandálias a não ser que esteja de meia. Homens nem pensem em usar camisa regatas ou bermudas. Todas as camisas tem que ter mangas. Mulheres, nada de saia curta ou até mesmo calça “saint tropez” ou ombros descobertos. A segurança do complexo vai te barrar na entrada se você não seguir estas regras. Se mesmo assim você acabou esquecendo de algum desses detalhes, ainda há esperança. No lado direito da entrada principal existe uma cabine onde te “emprestam” uma roupa para se cobrir (uma saia ou camisa) . Eles irão te pedir que deixe seu passaporte ou cartão de crédito, que você pode apanhar quando terminar o passeio.

    É clara a razão por este passeio ser um dos mais badalados de Bangcoc mas esteja preparado para disputar espaço para poder tirar aquela foto inesquecível pois com certeza irá ter muitos turistas ao seu redor.

    Informações Úteis:
    Entrada: 350 bahts (por volta de  20 reais)
    Horário de Funcionamento: Das 8:30AM as 3:30 PM
    como chegar 

    Tags: Bangcoc,Rama I,Buda de Esmeralda,Palácio,painéis
    Publicado 24th May, 2010 Categoria Bangcoc 0 Comentários Positivo Negativo
  • Jan
    13
    Author: Erick Pessoa

    O que aparentemente seria um a tarde longa e tensa acabou sendo uma experiência muito agradável. Minha namorada é fanática por comida tailandesa, especialmente Tom Yam Goong (uma sopa apimentada de camarão e coco), então decidi dar de presente a ela um curso de culinária tailandesa enquanto estivéssemos em Bangcoc, algo que tinha sido altamente recomendado por vários amigos que visitaram a cidade. Meu papel nisso tudo, além de agendar o curso, seria tirar fotos, já que sou um fracasso na cozinha, mal conseguindo fazer uma omelete que não seja crocante (com pedacinhos da casca do ovo).

    A primeira tarefa a ser cumprida é decidir qual menu você vai fazer. O curso oferece 7 conjuntos diferentes, com 4 pratos cada um, mas o detalhe é que cada conjunto é alocado para um período específico no calendário, o que significa que não é no dia que você quer, mas sim no dia em que o curso estiver disponível. Por sorte, dos 7 dias que passamos em Bangcoc, o tal prato que queríamos aprender era parte do menu da última tarde em que estaríamos na cidade. Cada curso dura 4 horas, por isso oferecem conjuntos separados na parte da manhã e na parte da tarde, com pratos completamente diferentes. Você tem que checar o site deles e ver o que mais lhe agrada e o que se encaixa na sua programação de viagem. O preço do curso inclui absolutamente tudo, desde o translado hotel-curso-hotel até os ingredientes utilizados na aula; assim, os 1800 bahts tailandeses (algo em torno de 95 reais) acabam sendo bem razoáveis, levando-se em consideração que você ainda vai comer o prato que preparar. Este último argumento me deixou com receio de passar fome, já que, como escrevi acima, cozinhar não é minha grande habilidade.

    Acredito que não fui o primeiro inexperiente na cozinha que tenha frequentado o Baipai, já que os menus sempre oferecem pratos relativamente fáceis de preparar e as aulas são extremamente bem organizadas. A “aula” é dada em uma casa totalmente preparada para aulas de culinária. Temos um chef tailandês que fala inglês com um sotaque bem carregado e, por isso, há uma assistente que fala inglês com perfeição, para deixar bem claro o que o chef espera de nós. Mesmo sendo a “estrela”da mesa, nosso chefe Wat foi extremamente paciente e simpático, o oposto do Chef Remsey do programa de TV Hell’s Kitchen, por exemplo. Ele definitivamente ajuda os novatos como eu a prepararem algo que podemos definir como… “comível”.

    Nossa anfitriã (a assistente) apresenta o chef e explica como o curso funciona. Ela nos entrega um pacote/envelope com as receitas do conjunto e, no verso, espaço para anotarmos o que quisermos (o pacote inclui uma caneta). Somos convidados a deixar nossos pertences no andar de cima e buscamos um avental e uma toalha. Podemos tirar quantas fotos quisermos da nossa performance ao longo do curso.

    Sentamos em uma bancada ao redor de um fogão, onde nosso chef vai nos mostar um prato de cada vez. Não se preocupe com a questão de onde sentar, já que há um espelho enorme no teto que permite ver em detalhes o que acontece dentro da panela. O que me impressionou mesmo foi que, enquanto o Chef Wat e sua assistente Mickey explicavam todos os detalhes de cada ingrediente de cada prato, outros membros da equipe já preparavam os ingredientes e distribuíam para nós na bancada, juntamente com os utensílios que iríamos utilizar. Não pense que você não terá trabalho; ainda terá que picar cebola e alho, assim como triturar pimenta e outros ingredientes para sentir como é o preparo do prato. Depois de observar o Chef Wat, é nossa vez de tentar fazer o prato sozinho. Cada um de nós tem acesso a um fogareiro de uma boca e uma pequena mesa para cozinhar o prato. O Chef Wat, sempre presente, passa por cada um dos alunos para checar como eles estão se saindo e dando dicas. Enquanto isso, Mickey tira diversas fotos nossas com a mão na massa. Recebemos nossas fotos 5 dias depois de participar do curso.

    Após terminarmos o preparo do prato, levamos o “resultado” à mesa e o saboreamos. Se, por azar, o seu prato tiver ficado impossível de comer, não se preocupe, você sempre pode degustar o “prato-exemplo” feito pelo chef (eu, particularmente, experimentei todos). Esse procedimento de comer logo depois de preparar cada prato é perfeito, pois o curso começou às 13h30 e a van nos buscou às 12h40, ou seja, não tivemos tempo para almoçar. Comer aos pouquinhos nos salvou da fome.

    Terminado um prato, hora de voltar à bancada. A equipe já disponibilizou os ingredientes para o próximo desafio e limpou qualquer bagunça que tenhamos feito durante a confecção do prato anterior. O último prato do curso, depois de pronto, é levado por nós até o segundo andar, onde é degustado juntamente com uma bebida (paga à parte), e, se você quiser, poderá comprar ali mesmo na escola os ingredientes e utensílios utilizados durante o curso. É bom frisar que em nenhum momento nos sentimos coibidos a comprar os produtos. Durante o preparo, eles deixaram bem claro que tudo poderia ser facilmente encontrado em qualquer supermercado. Nós compramos a pasta de chili tailandês simplesmente porque não teríamos tempo de procurar. Com o último prato à mesa, era hora de agradecer ao chef e saborear nosso “trabalho”. Como presente de despedida, todos nós ganhamos um ímã de geladeira com nossa foto cozinhando. Bem legal.

    Não há falhas a apontar no curso. Você não aprende apenas a cozinhar seguindo uma receita, já que o Chef Wat explica as razões do uso de cada ingrediente e o que pode ser usado para substituir. Se você estiver procurando algo divertido, diferente e educativo para fazer durante meio período em Bangcoc, esta é uma “atração” altamente recomendada, já que até mesmo um cara como eu, um zero à esquerda na cozinha, conseguiu cozinhar coisas que antes considerava impossíveis.

    Sitewww.baipai.com

    Preço: 1800 Thai Bahts (cerca de R$ 95,00)
    Você pode fazer reserva pelo site e pagar com cartão de crédito ao final do curso.

    Duração: 4 horas. Manhã: 8h30 às 12h30. Tarde: 13h30 às 17h30

     

    Tags: Baipai,bangcoc,Bangkok,cooking course,curso de culinária,Thailand. Tailândia
    Publicado 13th January, 2010 Categoria Bangcoc 0 Comentários Positivo Negativo
  • Jan
    07
    Author: Erick Pessoa

    Ir a Bangcoc e não assistir a um show de dança típica tailandesa seria um fracasso. Essas apresentações costumam acontecer durante um jantar, obviamente com comida tailandesa. Com isso em mente, saímos à procura e encontramos uma oferta feita pelo site inglês Viator, através da operadora South East Tour. A vantagem é que você paga adiantado com cartão de crédito e a operadora envia uma van para buscar e deixar você no hotel após o jantar. Mesmo que esteja em um hotel central em Bangcoc, esteja preparado psicologicamente para gastar um bom tempo no trânsito: Bangcoc tem engarrafamentos de deixar paulistanos com inveja, ainda mais nos horários de rush. A decoração do restaurante é bonita, e, como pede a tradição tailandesa, devemos tirar os sapatos quando entramos na casa de alguém (neste caso, o restaurante). Por isso, por favor, nada de meia furada ou do dia anterior, já que teremos de andar descalços até a mesa. Supostamente deveríamos nos sentar ao chão, mas – acredito que para oferecer conforto a nós, ocidentais – há um vão embaixo da mesa para esticarmos as pernas, mesmo sentados no chão.
    O preço do jantar inclui o show e a refeição, mas sem bebidas, com exceção do cafezinho ou chá ao final. Uma justificativa para isso é o fato de que são oferecidas duas sopas no jantar e, como é muito comum por aqui, as pessoas não costumam beber nada frio durante as refeições, então a sopa seria a “bebida” do jantar. Como bom brasileiro, tive de pedir algo para beber, então lá se foi dinheiro gasto. Não foi algo absurdo, mas com certeza foi mais caro do que normalmente se pagaria em qualquer outro restaurante. A comida foi outra decepção: extremamente simples, para falar a verdade. Não sou um profundo conhecedor de gastronomia tailandesa, mas sei que é necessário ter cuidado com os temperos; mesmo assim, arroz branco e frango grelhado não era o que eu esperava como algo típico tailandês. Além disso, foram servidos uns rolinhos primavera com um recheio desconhecido, verduras fervidas e duas sopas. Uma era a famosa Tom Yam Goong, uma sopa bem apimentada, com camarões, leite de coco, uma raiz estilo gengibre e outros temperos. A outra sopa era um caldo bem ralinho de frutos do mar, quase sem gosto. Sobremesa? Quatro fatias de abacaxi e quatro de melancia, quase passando do ponto. Bem, vamos esquecer a comida e focar na razão principal de estarmos ali: o show de dança. Este é muito bem produzido, com dois telões de cada lado do palco mostrando um pouco da história da dança que será apresentada e o que elas representam. As fantasias são de boa qualidade e a música é ao vivo. O único porém da apresentação toda foi a demonstração de boxe tailandês; muito falso, pior que telequete. Parecia mais um quadro de comédia do que uma luta. Ao final, você pode comprar uma foto sua que foi tirada na entrada do restaurante por 200 bahts (algo em torno de 11 reais) e que vem em uma bela moldura. Também pode tirar fotos com os artistas em suas fantasias, por uma módica gorjeta, claro. No geral, o show é ótimo, com pequenos baixos, mas a comida deixa muito a desejar no sabor e na apresentação. O serviço é ótimo, todos extremamente simpáticos e atenciosos, sempre querendo ajudar, o que é lugar comum na Tailândia em geral, mas só isso não compensa a qualidade do jantar. Endereço: 66 Soi Phiphat (pressuposto) Telefone:  (02) 237-6310,237-7114-1 Custo: Comprado via Viator, fica em torno de 24 euros Como chegar 

    Tags: Bangcoc,Bangkok,dança,dance,dinner,folclórica,folk,Restaurant,Restaurante,Sawasdee,Tailândia,Thai
    Publicado 7th January, 2010 Categoria Bangcoc 0 Comentários Positivo Negativo
  • Sep
    26
    Author: Erick Pessoa

    Não há nada melhor do que encontrar uma boa oferta em um hotel onde você sente que o dinheiro que está pagando vale a pena. Uma dessas boas ofertas é o Grand Millennium Sukhumvit, em Bangkok.

    O hotel é relativamente novo, com um ótimo conceito, e mistura, na arquitetura, influências ocidentais e tailandesas. Com 27 andares e 325 quartos espaçosos, é uma excelente opção se você quiser se hospedar em um local agradável, com a melhor estrutura que um hotel 5 estrelas pode lhe oferecer. A fachada semelhante a uma vela de barco, com um pátio no meio, acrescenta um toque moderno especial ao hotel, que oferece piscina, academia, spa e até mesmo instalações de treinamento para golfe/put.

    Os quartos têm cerca de 38 metros quadrados e são ricamente decorados, com todas as instalações modernas que se pode esperar. Na verdade, mais do que um nerd como eu esperaria. Dependendo da diária que você paga, é possível ter internet banda larga sem fio no seu quarto, além de haver conexão multimídia com o monitor de LCD do quarto, onde você pode conectar seu computador e fazer apresentações.

    O café-da-manhã incluído é um banquete, e varia de comida ocidental tradicional (é possível pedir sete tipos diferentes de pratos com ovos preparados do jeito que você quiser) a comida chinesa de alta qualidade – e tudo fresco. A localização não é das melhores se você estiver procurando um lugar perto dos templos; na verdade, é exatamente no extremo oposto da cidade. Por outro lado, perto do hotel existem ótimos shoppings e uma rua de bares muito movimentados, que pode ser mais interessante para solteiros do que para famílias.

    Esse não é um fator limitador, já que basta atravessar a rua para chegar à estação de metrô; com uma caminhada de cinco minutos, você chega aoskytrain, que oferece uma excelente vista da cidade (fora dos horários de rush, por favor). O preço da suíte de luxo fica em torno de $100-150 por noite e, dependendo da antecedência com que você reserva, pode ser ainda mais baixo. Considerando a localização e, principalmente, a qualidade dos quartos e o serviço impecável, é um bom negócio.

    Informações úteis:

    Site:  http://www.millenniumhotels.com/th/grandmillenniumsukhumvitbangkok/

    Endereço: 30 Sukhumvit 21 (Asoke) Road Klongtoey Nua, Wattana, Bangkok 10110, Thailand

    Telefone : 662 204 4000 F: 662 204 4199

    Como Chegar

    Tags: Bangkok,Grand Millenium Sukhumvit,Hotel,Tailândia,Thailand
    Publicado 26th September, 2009 Categoria Bangcoc 0 Comentários Positivo Negativo
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