• Apr
    25
    Author: Erick Pessoa

    Hotéis em Phuket não são nada escassos. Você pode achá-los de todas as qualidades e preços. Você só precisa saber exatamente o que está procurando. No meu caso, eu queria um hotel com uma bela vista, quarto confortável, vizinhança calma, internet e café-da-manhã incluído. Esbarrei no Kantary Bay Hotel enquanto procurava via internet um lugar para ficar. Preço não era minha principal preocupação, então aceitei pagar os 3600 Bahts (por volta de 200 reais)  pelo quarto com café incluído e também paguei 1000 Bahts (por volta de 55 reais) pelo translado do aeroporto até o hotel, já que não era uma distância tão pequena assim. 

    Depois de 40 minutos na van, chegamos ao hotel que realmente fica a apenas uma rua de distância do mar, em uma vizinhança muito calma e bem distante do centro agitado de Phuket. Para minha surpresa, mesmo sendo perto da água, não é uma área de praia, significando que, se eu quisesse realmente ir à praia, teria de pegar um transporte fornecido pelo hotel para ir até o Panwa Bay Hotel, parte do mesmo grupo, que tem o melhor estilo tradicional de resort, com sua própria praia particular. Felizmente, esse percurso de van dura apenas 5 minutos  e é gratuito e constante, além de permitir que os hóspedes do Kantary Bay utilizem gratuitamente todas as instalações do Panwa Bay, como piscinas, quadras de tênis e praia particular.

    O Kantary Bay também tem suas próprias instalações disponíveis, como uma boa piscina, um pequeno mercadinho e um bom restaurante. O hotel remodelou  recentemente suas áreas comuns, o que deixou a recepção com um aspecto bem moderno, mas os quartos ainda têm um ar meio datado. Com uma impressão de que foi se expandindo aos poucos, o hotel é espalhado, e a recepção, na verdade, é atingida depois que o hóspede escala 30 degraus. Se escadarias não são o seu forte, talvez você se aborreça um pouco com isso.

    Os quartos são excelentes. A ideia deles é ser a casa longe de casa, então a maioria oferece o estilo conjugado, com uma pequena cozinha com pia, forno de micro-ondas, uma varanda e uma aconchegante sala de estar. Para ter internet no quarto, você terá de pagar uma taxa extra, a não ser que, por sorte, você pegue um quarto perto da recepção, onde há acesso gratuito à internet via WiFi. Além disso, o hotel também oferece quartos por taxas mensais, para pessoas que queiram ficar períodos prolongados desfrutando da tranquilidade que é oferecida. 

    Eu não recomendaria o apartamento 151, onde fomos alocados inicialmente. É muito próximo da piscina, mas fica em um nível inferior, quase não batendo luz natural no quarto e sem nenhuma vista. Ligeiramente deprimente, devo dizer.

    O café-da-manhã é rico e tem todas as comodidades do café-da-manhã moderno ocidental, como omelete feito com os recheios que você quiser. O hotel também oferece translado para certos locais de Phuket (você terá de pagar por isso), como a praia de Patong (45 minutos de distância), onde você pode conhecer os bares e as atividades oferecidas nessa vizinhança agitada. O problema é que a última van volta para o hotel por volta das 11:30PM, então esteja preparado para isso.

    Não há dúvida de que o ponto alto do hotel é o serviço. A equipe de funcionários é incrivelmente amigável e prestativa, sempre nos fazendo sentir bem-vindos e devidamente paparicados.

    Se você não se incomoda de ficar um pouco distante do centro agitado de Phuket, com certeza este hotel é uma boa alternativa.

    Site: http://www.kantarybay-phuket.com/

    Como chegar

    Tags: hotel,Tailândia,Phuket,Panwa,Kantary
    Publicado 25th April, 2010 Categoria Phuket 0 Comentários Positivo Negativo
  • Apr
    13
    Author: Debora Gemignani

    Imagina um lugar colorido, divertido, com ótimo atendimento, muitos, mas muitos tipos mesmo de sanduíches e milk-shakes. Tudo no bom estilo dos anos 60, mas com aquela modernidade do século XXI. Essa é a Lanchonete da Cidade. Um restaurante que serve desde pratos do dia até o melhor cachorro quente de São Paulo considerado por um júri criteriosíssimo da Revista Época em 2009.Para falar sobre a Lanchonete é necessário ir muitas vezes ao lugar porque cada vez que você entra é uma experiência nova e ao mesmo tempo você tem a sensação de que frequenta a casa há anos!

    O principal hamburguer da lanchonete é o famoso “Bombom”, sua carne é a base de todos os hambúrgueres. São 220 gramas de carne coberta com molho de tomates frescos e servida no pão francês redondo especialmente desenvolvido pela casa. Acompanhamentos clássicos como queijo, salada e bacon podem ser escolhidos como complemento. Com a base do Bombom, só que com 180 gramas, 15 deliciosas opções são apresentadas. O Tropicália é um exemplo: hambúrguer recoberto com fatias chapeadas de lingüiça levemente picante, molho acebolado com tomate, queijo da casa misturado com provolone e um pouquinho de maionese.

    O meu favorito de lá definitivamente é o Milk-shake de Ovomaltine com o Hamburguer Amarelinho no Prato. Esse kit pode paracer uma "bomba", mas garanto que você sai de lá muito mais feliz do que entrou.

    Para petiscos peça sem dúvida de errar a batata rústica. É um tipo de batata frita, mas que eles fazem uma mistura que além de bonita fica muito mais gostosa de comer.A lanchonete é tão moderna que inovou e vende também sua própria mostarda. Para quem gosta de condimentos vale a pena levar uma para casa. Ela tem um tempero mais forte das do que você encontra no mercado, e foi feita especialmente para comer com hamburgueres e cachorro-quente.Aliás, o cachorro quente da Lanchonete ganhou por 3 anos seguidos ( 2007, 2008 e 2009) como o melhor cachorro quente de São Paulo! As salsichas são preparadas com carnes suína e bovina, cozidas em caldo de galinha e depois grelhadas. Na hora do pedido, os garçons anotam se o cliente prefere o pão macio tradicional ou uma baguete crocante, eu prefiro a baguete! A minha dica é o x-totó. Nele vem também o queijo estepe derretido e um molho de tomate fresco cheio de pedacinhos de tomate (R$ 15,50). Para paladares mais fortes, cai bem o vira-lata, cuja receita combina creme à base de gorgonzola e vinagrete de repolho (R$ 14,50).

    Um dica importante! Se você quiser comer um Beirute por ali, esquece! Eles além de não servirem, indicam o Frevo - um restaurante tradicionalíssimo na região dos Jardins que fica 3 ruas abaixo ( no caso, a Rua Oscar Freire!). 

    Endereços:
    - Alameda Tietê, 110, Jardim Paulista, 3086-3399. 12h/2h (sex. e sáb. até 3h). Cc.: todos. Cd.: todos. Cr.: todos (seg. a sex. até 17h). Estac. c/manobr. (R$ 7,00 seg. a sex. até 17h; R$ 12,00 nos demais horários). Entrega em domicílio.  

    - Shopping Cidade Jardim, 3552-9000. 12h/23h (sex. e sáb. até 0h; dom. até 22h). Cc.: todos. Cd.: todos. Cr.: todos (seg. a sex. até 17h). Estac. (R$ 6,00 por duas horas)Avenida Macuco, 355, Moema, 3569-8252. 12h/1h (sex. e sáb. até 2h). Cc.: todos. Cd.: todos. Cr.: todos (seg. a sex. até 17h). Estac. c/manobr. (R$ 7,00 até 18h; R$ 12,00 nos demais horários). Entrega em domicílio. 

    Site: http://www.lanchonetedacidade.com.br/

    Como chegar

    Tags: lanchonete,restaurante,são paulo,brazil,brasil,cachorro quente,hotdog
    Publicado 13th April, 2010 Categoria São Paulo 0 Comentários Positivo Negativo
  • Apr
    08
    Author: Erick Pessoa

     

    A antiga cidade de Lijiang, também conhecida como Dayan, é uma preciosidade do turismo chinês. Extremamente bem organizada e preservada, é um local perfeito para apreciar a diversidade cultural, geográfica e arquitetônica da China.

    Esta cidade tem mais de 800 anos de história. Os tibetanos enviavam para lá caravanas para trocar couro pelo chá local, e ambos ainda podem ser encontrados em abundância nas lojas da antiga cidade. Suas ruas estreitas de paralelepípedo acabam por transformar esse vilarejo em um verdadeiro labirinto, por isso é importante se localizar para não se perder, já que as pequenas lojas de artesanato local com sua típica arquitetura de madeira acabam por ser uma grande distração. Se você por acaso se perder, uma dica é observar os canais e canaletas pela cidade. Seguindo o sentido oposto da correnteza, você chegará à praça principal, onde verá a Kegong Fang, a torre que fica em frente à praça principal que provavelmente estará lotada de turistas e residentes naxi oferecendo passeios a cavalo ou demonstrando suas habilidades em falcoaria.

    A principal característica cultural de Lijiang, sem sombra de dúvida, são seus habitantes, os naxi. Essa minoria reconhecida pelo governo central chinês vive no sopé da cadeia montanhosa do Himalaia e tem uma rica bagagem cultural. Sua escrita em pictogramas é a única no mundo ainda em utilização, os naxi (que significa “pessoas de preto” por causa de seus trajes tradicionais) são muito orgulhosos de sua herança cultural então é bem comum ver pelas ruas as mulheres vestidas com seus trajes folclóricos, principalmente em Dayan.

    A principal fonte de renda desta região certamente é o turismo, e a cidade está bem preparada para isso. Em 2009, Lijiang teve um fluxo de seis milhões de turistas, na maioria chineses, mas cada vez mais ocidentais estão descobrindo essa cidade que foi nomeada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, a única cidade de uma minoria étnica a gozar de tal honraria no país.

    Após um terremoto em 1996, o governo central investiu pesado na reconstrução da cidade em todo seu esplendor anterior e, na verdade, elevou a cidade a um novo patamar, transformando-a em um dos pontos turísticos mais importantes de todo o país, o que alguns dos habitantes mais antigos acreditam ser perigoso para sua cultura naxi por causa da mistura com outras etnias, principalmente a chinesa, o que pode gerar uma perda de identidade. O que deve ser dito é que a estrutura de Dayan está perfeita para se ter uma experiência cultural de uma civilização antiga com todo o conforto moderno. Existem diversos cafés, restaurantes e lojas, além de vários banheiros públicos extremamente limpos e gratuitos.

    Em Dayan, além da praça central e das vielas, é obrigatória uma visita à torre Wan Gu, uma pagoda no topo da colina, já que de lá se tem uma vista espetacular dos telhados tradicionais de toda a antiga cidade. Não deixe de aproveitar, também, a oportunidade de experimentar algumas das especialidades da cozinha local, como um pequeno peixe frito ou baba, uma mistura de panqueca/pão que pode ser salgado ou doce (4 RMB).

    Uma informação importante: quando for visitar Lijiang, você terá de pagar uma taxa de turismo de 80 RMB (por volta de 21 reais) para a conservação e a restauração da cidade. Parece ser um valor bem razoável, levando-se em conta que, pagando esta taxa, você pode visitar todas as cidades antigas (Daya, Shuhe e Baisha), além dos parques, tudo gratuito.

    Para valorizar ainda mais sua visita, você pode contratar um guia local para lhe mostrar tudo sobre a cultura naxi e explicar todas as informações relevantes sobre pessoas, cenários e sua história. Tivemos um guia ótimo, o Sr. Hong, habitante local que fala inglês perfeitamente e tem orgulho de suas origens, explicando todos os detalhes da região. Com certeza, o tempo que passar aqui será inesquecível.

    Como chegar


    Mr. Hong's tour
    Phone: 0888-5183881
     e-mail: Hong2008sport@yahoo.com.cn 

     

    Tags: Lijiang,China,Dayan,Cidade Antiga,Naxi
    Publicado 8th April, 2010 Categoria Lijiang 0 Comentários Positivo Negativo
  • Mar
    20
    Author: Debora Gemignani

    São Paulo é uma cidade conhecida por ter ruas pontuais. Ruas que têm de tudo sobre um mesmo assunto ao longo de todo o seu percurso. Algumas delas são comerciais, outras gastronômicas.  

    A dica de passeio, cultura e curiosidade é a Rua Augusta. 

    Essa rua é tão curiosa que falo apenas do Lado B de seus quase 3km divididos pela Av. Paulista, passando do lado chique e glamoroso dos Jardins, para o lado underground, muito conhecido pelos paulistanos como Baixo Augusta, que é mais perto da região Central de São Paulo. 

    Nos anos 60, o Baixo Augusta era ponto de paquera, onde os adolescentes passeavam bem vestidos e as jovens subiam e desciam as ruas para olhar os moços em seus carrões. Na década de 70, as pistas de dança caíram no gosto da rua e o meretrício também circulava por lá, mas foi nos anos 80 que a rua foi caindo no esquecimento e ficou mais feia. 

    A mania entre os frequentadores de nem descerem de seus carros, só abaixarem os vidros e as damas da noite se reclinarem com seus corpos estendidos pela rua propondo negócios era algo bem banal e visto diariamente até hoje. 

    Por volta de 2005, o clube Vegas foi inaugurado e deu uma reviravolta na rua.

    Esse clube trouxe, aos poucos, o glamour de uma casa noturna descolada, de ter gente bacana por perto, DJs interessantes, tudo mais exclusivo.

    E com seu sucesso vieram outras casas, outros bares, cada vez crescendo mais e mais.

    Atualmente, o Baixo Augusta é uma das ruas que virou ponto obrigatório da noite paulistana. 

    O interessante é que as casas de prostituição e strip-tease não saíram dali. Tudo ficou misturado e convivem bem. 

    Além das casas noturnas e clubes privé, existem também bares e restaurantes e cinemas descolados, além de uma academia que funciona 24 horas e uma sorveteria vegana. 

    De fato, o Baixo Augusta é um mix interessante de se conhecer e analisar.

    O passeio por lá nunca é  igual, e a cada dia você pode encontrar um lugar novo, experimentar um som ou um sabor do momento, ou simplesmente ficar parado num boteco qualquer analisando o intenso sobe e desce da rua. 

    Sim, o mesmo sobe e desce da década de 60 continua, só os trajes mudaram. 

    Como Chegar 

    Lugares que vale a pena conhecer:

    Sorveteria Soroko ( Vegana)
    Rua Augusta, 305 

    The Pub Augusta
    Rua Augusta 576
    www.thepubaugusta.com 

    StudioSP
    Rua Augusta , 591
    www.studiosp.org 

    Vegas Club
    Rua Augusta, 765
    www.vegasclub.com.br 

    Z Carniceria
    Rua Augusta, 934
    www.zcarniceria.com.br

    Tapas Club
    Rua Augusta, 1246
    www.tapasclub.com.br 

    Yoi! Roll´s & Temaki
    R. Augusta, 1292 

    Kebab Salonu
    Rua Augusta, 1416
    www.kebabsalonu.com.br

    Espaço Unibanco
    Rua Augusta, 1475

     

    Tags: São Paulo,clubes,Rua,Brasil
    Publicado 20th March, 2010 Categoria São Paulo 0 Comentários Positivo Negativo
  • Mar
    11
    Author: Erick Pessoa

    O mar transparenteExistem poucos lugares no mundo onde se tem a verdadeira sensação de que se está em um paraíso. Mas o que seria um cenário paradisíaco? Areia branca e fina? Mar calmo, quente e transparente? Tempo bom o ano inteiro? Bem, as ilhas Phi Phi oferecem isso e muito mais. 

    Como qualquer paraíso, chegar lá não é tarefa fácil. Ainda bem que a estrutura de turismo da Tailândia e, mais especificamente, de Phuket são bem organizadas. Compramos o passeio oferecido pela Viator, que oferece um dia inteiro na praia de Long Beach, na ilha de Phi Phi Don. Mas não se engane: esse “dia inteiro” na praia, na verdade, dura apenas quatro horas, o que definitivamente não é suficiente para ratos de praia como eu. Ainda bem que a experiência é tão incrível que compensa qualquer frustração que possa ser causada por ficar tão pouco tempo na praia.

    Mesmo sendo apenas quatro horas reais de praia, o dia começa bem cedo. A van nos buscou por volta de 6h30, já que nosso hotel era um pouco distante do centro de Phuket. Por volta das oito da manhã estávamos no porto de Phuket para embarcar (em um barco estilo catamarã) em direção a Phi Phi Don, a maior ilha do arquipélago. Esta é a parte mais desagradável do passeio, pois são duas horas e meia de viagem em mar aberto, com pouco a ser visto. Pelo menos ofereceram refrigerantes e petiscos gratuitos ao longo da viagem. É um barco grande, e você tem a opção de sentar confortavelmente na parte inferior, protegido do vento e do sol, ou na parte superior, para apreciar a vista. Se escolher a segunda opção, melhor ir direto para o deck superior assim que embarcar, pois os espaços sentados são limitados. O que eu recomendaria seria ficar no deck superior na ida para Phi Phi Don e na volta ficar no deck inferior, pois você provavelmente estará exausto do dia na praia, e um cochilo seria muito bem-vindo. Também é importante dizer que nem todo mundo que está no barco vai para o mesmo lugar. O navio atraca em vários resorts para desembarcar hóspedes, então não se preocupe: nem todos que estão ali vão disputar um lugar ao sol com você.

    Devido ao tamanho do barco, ele não pode se aproximar muito da praia, por isso temos de desembarcar em pequenos barcos alongados a motor, com capacidade para cerca de 10 pessoas por vez. Como é uma viagem curta, não precisa se preocupar muito com isso. Chegando à praia, você pode alugar cadeiras e guarda-sol. A areia é ótima: branca e fina, e não machuca seus pés com conchas ou pedras. A água é incrivelmente transparente e calma, com peixinhos vindo até a beira d’água para checar o que está acontecendo. Há uma área cercada por boias para proteger os banhistas dos barcos que chegam à praia, o que é uma constante, diga-se de passagem. Se eu tivesse algo para reclamar de lá, seria isso. Às vezes há tantos barcos ancorados que fica difícil desfrutar a praia em toda sua pequena extensão.

    Por volta das onze da manhã, o guia começa a juntar as pessoas para uma viagem de 5 minutos de barco até o recife de coral mais próximo da praia, para mergulharmos de snorkel. Para mim, este foi o ponto alto de todo o passeio, altamente surpreendente. Eu esperava ver uns peixinhos e uns corais coloridos, mas o que vi foi algo totalmente diferente. Centenas de peixes de diferentes espécies sem medo de chegar perto de você para comer as migalhas de pão jogadas pelo guia. Com a máscara, você pode ver   até o fundo, onde estão pepinos-do-mar, estrelas-do-mar, ouriços e peixes grandes com quase 1 metro de comprimento. Você está liberado para se distanciar um pouco do barco, algo que recomendo, já que a maioria das pessoas fica perto dele. Mesmo que não seja um bom nadador, você pode boiar usando um salva-vidas e olhar os peixes com a máscara.

    Conversando com o guia, eu me mostrei preocupado com a exploração da região e com o número de turistas visitando a área. Enquanto nadávamos, em torno de quatro ou cinco lanchas particulares grandes chegaram e aportaram com grupos de cinco ou sete pessoas. O guia me contou que não existe um controle de quantos barcos podem desembarcar na ilha, mas ali em torno do coral só é possível atracar se houver uma boia disponível, e há apenas dez naquela praia. Já é um tipo de controle.  O guia me contou, também, que os corais perderam as cores; atualmente, a maioria está meio esverdeada, mas antes eles eram incrivelmente coloridos.

    Depois dessa experiência incrível, voltamos à praia, onde nos foi oferecido um almoço estilo bufê incluído no valor do passeio. A comida era bem básica, nada especial, mas pelo menos era suficiente para todo mundo. 

    Depois do almoço, relaxamos na praia, tomamos banho de sol, bebemos água de coco por mais duas horas e tivemos de voltar para Phuket. Os preços na ilha, claro, são um pouco inflacionados comparados a Bangcoc, mas nada de absurdo e tudo é acessível. 

    Você deve considerar a possibilidade de ficar pelo menos um dia em Phi Phi. Existem resorts por uma variedade de preços. Em Long Beach havia quartos disponíveis por 600 bahts tailandeses (em torno de 33 reais) até quartos em um resort na encosta por 3000 bahts (por volta de 164 reais) e para cima. 

    Não importa se você vai visitar a ilha por uma tarde ou se vai ficar por um tempo, Phi Phi é parada obrigatória!

    Tags: Phi Phi,Phuket,Tailândia,barco,praia,Long Beach,
    Publicado 11th March, 2010 Categoria Phuket 2 Comentários Positivo Negativo
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